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Passaram-se apenas dois meses desde a neutralização das maiores empresas criminosas. O mundo respirava de alívio novamente desde o Grande Cataclisma mas muitos começavam já a procurar pelo pior.O universo trabalha em padrões e nunca estes pardos foram tão nítidos como desde o Grande Cataclisma. Para cada momento de paz surge sempre um momento de caos.
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Laboratório do Prof. Oak

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Jul 15, 2018 7:44 pm

Acordei do meu sono, ainda deitado olhei para a janela da minha casa e nela eu conseguia ver o sol, sim, O Sol. E o que isso significa? Que finalmente o dia havia chegado, o dia em que eu partiria em uma jornada pelo mundo Pokemon. Incrível, não?  



Provavelmente foi o único dia da minha vida que acordei sem preguiça. Sem demoras logo vesti minha camisa amarela, cor da alegria. Como minha casa tinha 2 andares, e meu quarto é no andar de cima, desci igual um Taurus enfurecido atropelando tudo na minha frente, sem contar que também acabei ganhando um tombo quando torci meu pé na metade da escada, rolando lá pra baixo.



Quando estava no chão minha mãe assustada perguntou: - Está tudo bem filho? - Eu, nem um pouco preocupado com meu tombo, sorri para ela, dando uma clara resposta.  



De tão agitado que eu estava que nem comer eu queria, mas para não chatear minha mãe tive que me aguentar de tanta ansiedade e sentar a mesa, comi o lanche que ela preparou para mim, uma delicia de pão com ovos fritos.  



E depois que terminei minha refeição, chegava a tal hora, a hora em que eu saia de casa e viveria dali em diante a minha vida, eu e meu futuro pokemon. Me despedi do meu avô e da minha mãe com lágrimas nos olhos, peguei minha mochila e fui em direção ao laboratório do Prof. Oak.  



Quando cheguei no laboratório enxuguei as poucas gotas do choro que ainda carregava  e fui conversar com o Professor Oak para pedir meu inicial. Era tantas escolhas, e eu não tinha preferência de gosto ou de elemento para pegar um pokemon. Por isso fiz uma coisa bem simples. - Professor escolha um número de 1 a 21. - disse para o professor.  



Hm...10 pode ser? - respondeu-me, então olhei para o décimo pokemon que estava no poster, e naquele mesmo momento que olhei tive a certeza que aquele baixinho seria meu parceiro, aquela pequena tartaruga. - Eu escolho você, Turtwig! Cujo nome será Cascudo!- gritei sem ao menos dar bola para quem estava ao meu redor, minha felicidade falava mais alto do que qualquer outra coisa, passar vergonha naquele momento era o de menos. Assim peguei a pokebola do meu Cascudinho e vazei.
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Jul 15, 2018 8:13 pm

[icon="fa fa-check"][/icon][div]Success
Ambos iniciais entregues, cuidem bem neles e estão liberados para iniciar sua jornada![/div]



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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Ter Jul 17, 2018 12:44 am

[dohtml]











Não aguentava mais! Dia após dia, semana após semana, ano após ano a mesma coisa: Seus pais sempre negavam a chance de começar sua jornada pokémon usando o pretexto de que ele era jovem e inexperiente demais para viajar sozinho. No entanto, eles mesmos não o levavam mais a novas expedições ou permitiam que viajasse em grupo com outros amigos. Ou seja, impediam-no de conseguir novas experiências. E sem novas experiências, não podia viajar. Era um círculo vicioso maldito que se não quebrasse logo, lhe prenderia a vida inteira ali.



Foi quando descobriu que os últimos amigos que tinha na cidade iriam começar sua própria viagem. Em outras palavras, Yuusuke ficaria totalmente sozinho naquela pacata e tediosa cidade. Isso é, ficaria se não fizesse alguma coisa. E obviamente que faria! Esperou seus pais saírem a trabalho, pegou suas coisas e correu até o laboratório do professor Oak. Lá esbarrou com diversos cientistas, inclusive com o próprio Oak. E foi necessária a maior das mentiras combinada com a melhor das atuações para convencer o grande cientista que seus pais tinham finalmente lhe dado permissão para começar sua jornada. E como Oak sempre soube das aspirações a Tamer do jovem Yuusuke, ele ofereceu ao três pokémons alternativos aos que normalmente oferecia aos treinadores normais: Um Ralts, um Gothitha e um Solosis.


Não levou um único segundo para fazer sua decisão: Escolheu prontamente o Ralts! Lembrava-se da vez em que sua vida foi salva por um Gallade anos atrás, quando era muito jovem. Aquele era um pokémon brigão e forte, perfeito para acompanhar Yuusuke em sua jornada. O garoto acertou tudo que precisava e correu dali o mais rápido que podia. Mal podia esperar para provar o gosto da liberdade!










[/dohtml]
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qua Jul 18, 2018 2:34 pm

[icon="fa fa-check"][/icon][div] Pokémon inicial entregue!
Cuidem bem dele @Sorata! Paladino![/div]


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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Jul 19, 2018 5:54 am

Um calor carinhoso em sua cabeça, tão incomum quanto era querido, o despertou aos poucos da noite anterior. Os raios fugindo por entre as cortinas grossas da janela sobre sua cama anunciavam um novo dia, mais acalorado que os anteriores; porém, dessa vez, não era pela presença do Sol. Sua mãe encarava-o com os olhos azuis duros, banhados de saudade. Estava sentada há poucos centímetros de si, e o peso de seu corpo forçava uma pequena inclinação no colchão fofo.

“Mãe?...”, perguntou, ainda grogue de sono. Era difícil dizer se o momento não era um mero sonho rotineiro, pela falta que sentia dos pais. A resposta da mulher, em contrapartida, foi uma nova leva de afagos em seus cabelos, bagunçando-os mais do que a cama já havia lhe feito.

“Estamos em casa.”, sorriu. “Seu pai trouxe o café hoje, então não demore para descer, ou irá esfriar. Também queremos ter uma conversa com você.”

Ele esfregou a mão no rosto, fazendo dele um amontoado de pele desleixado, assim como as madeixas pela mãe, segundos antes. “Conversa…”, sussurrou. “Por quanto tempo vão ficar, dessa vez?”

“Uma semana. Pediram a presença do meu esquadrão em outra região, estarei levando seu pai junto.”

Ele suspirou com os lábios retraídos em uma única linha - e ela podia ver o descontentamento em sua expressão.

“São só mais duas temporadas, Augustine. Um ano, no máximo.” O típico sorriso pesado surgiu em seu rosto.  Estava cansada de tirar os dias de vida do filho com um amontoado de responsabilidades além de sua idade. Mas não havia escolha. “Vamos, o leite e o pão estão frescos.” Ela pôs-se de pé e saiu pela porta, sem fechá-la. Não conseguia enchê-lo de falsas-esperanças além de seu conhecimento, então resolveu encerrar o assunto ali antes que evoluísse para a mesma discussão que sempre tinha, porém com o marido. “Não demore.”

Escutou a mãe afastar-se num ritmo tranquilo, sem pressa alguma.Contou alguns minutos, antes de finalmente seguir o que lhe fora pedido: trocou o pijama por uma blusa qualquer e uma bermuda que vestia normalmente quando ficava em casa, isenta de bolsos; penteou os cabelos sem muito esforço, amarrando-os habilmente num rabo de cavalo alto; abriu as cortinas e a janela, para o ar circular; e, por fim, arrumou a cama, como fazia todos os dias. Quando passou pela porta, fechou-a com delicadeza, e deixou o cheiro do pão fresco preencher suas narinas já no corredor.


.


[Meses depois]

Quebrou os ovos sem sequer olhar para o movimento de suas mãos. Estava tão habituado a fazê-los mexidos que adquirira a habilidade e competência de abrí-los com só um dos membros, e não deixar cair pedaço algum da casca para dentro da panela. Adicionou uma pitada de sal, meio copo de leite e uma colher generosa de manteiga fresca, fornecida pelos vizinhos que conhecia desde pequeno. Esperou até a manteiga derreter e dispersar sua cremosidade por todo recipiente/ e o leite evaporar, deixando somente seu sabor e essência, antes de tirá-los do fogo. Serviu tudo em um único pote, para que cada um pegasse a quantidade que quisesse.

"Deve estar animado para o dia.”, seu pai falou, faceiro, pelo pequeno espaço entre os dentes do sorriso afiado, mas feliz. Por enquanto, era o único à mesa. Sua mãe ainda estava em seu quarto, resolvendo problemas do exército em plena manhã de Domingo. Aparentemente, alguns problemas oficiais surgiram acerca de sua última missão, porém, segundo ela, nada de muita preocupação. Bebericou a xícara de café em suas mãos para retomar o assunto. "Sua mãe avisou que Florent está com o professor, hm?”

“Sim, falou.”, acenou com a cabeça, enquanto abria um sorriso com os lábios. Sua expressão era calma, mas astuta.

“Ele deve estar feliz, também. Para um pokémon de apenas algumas semanas... o mundo é algo maravilhoso… mesmo que seja só uma casa, por enquanto.”

“É bom que seja, ele é um recém-nascido.”

O pai concordou, em um aceno.

"Ensine ele bem, sua mudança é daqui a um ano, Doely.”, descruzou as pernas e bebericou do café novamente. Dessa vez, encarava o filho nos olhos. “Estou orgulhoso de você.”

Ele esfregou a mão e os dedos largos no pescoço. Não disse palavra alguma.

.


Pôs-se de pé para recolher os pratos e lavá-los na pia, mas sua mãe cortou-o antes que chegasse a encostar no primeiro prato. Seu olhar e expressão sérios não precisavam de nada mais para passar a mensagem de que o filho estava proibido de qualquer outro trabalho, senão seguir caminho para o laboratório. Ele sorriu, de sobrancelhas franzidas para cima, em contentação; e, com os olhos, agradeceu à mãe, que bateu uma continência discreta para o filho numa resposta brincalhona. Augustine passou, então, pela porta, desaparecendo por entre os raios de Sol de uma acalorada manhã de primavera.

Não levou muito tempo de caminhada para chegar no laboratório. Estava vazio, por ser fim de semana, e quase inteiramente fechado - mas um aviso preso ao lado da porta de entrada, que anunciava seus horários e dias de funcionamento, apontava que, aos Domingos,  a Ala Médica permanecia aberta até às quatro da tarde, como o Professor havia lhe notificado semanas antes, quando deixou Florent consigo. Ao entrar no prédio, foi recebido por um bafo friorento do ar condicionado; e pelo dito Professor. Parecia estar esperando por Augustine, sentado em um dos sofás e brincando com seu querido companheiro. Não notou a chegada do jovem até já ter quase alcançado o móvel no fim da recepção do laboratório.

“O-oh? Augustine! Estávamos te esperando.” Ele sorriu gentilmente.

“Professor.” Acenou com a cabeça, devolvendo o sorriso. “Desculpe a demora.”

“Que demora, que demora-” Franziu o rosto e os lábios num biquinho.“Não teve demora alguma.”, parou por alguns segundos. “Bem, talvez para Florent, mas não para mim.”

Florent miou ao ouvir seu nome, causando um riso baixinho do Professor.

“De todo modo, vamos ao que interessa. Florent é um Meowth macho saudável, de uma semana de vida. Sua mãe já havia dado os cuidados básicos antes de trazer ele para mim, então não houve nenhuma eventualidade. Saúde boa, reflexos bons, se acostumou facilmente com a Pokébola, embora não goste muito. Ele parece preferir ficar do lado de fora.”, sorriu outra vez. “Mas isso não é problema algum."

"Ele já pode ir para casa, Augustine.”




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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Jul 19, 2018 6:07 pm

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Seg Fev 11, 2019 5:38 pm

~ Memórias da Vida Anterior ~


O sol estava sumindo no horizonte, o céu estava avermelhado e uma fina chuva que caía mal servia para molhar as copas das árvores, em meio a uma floresta densa, em uma gruta um grupo de cinco guardiões da aura junto com seus pokémons, o líder deles um jovem que aparentava ter algo próximo dos 20 anos discutia com os outros membros.

- Darak isso é loucura! Atacar o acampamento deles diretamente é suicídio. Gritava um dos membros, suas expressões mostravam uma mistura de raiva pelo plano idiota que acabará de ouvir, como também medo, pois sabia que nada iria parar o homem sentado na sua frente.  

Darak olhava para fora da gruta, analisando o tempo que a cada momento parecia piorar e pensando sobre suas próprias ações, depois de alguns instantes olhou para seu companheiro e disse: - Se for para eu morrer lá que assim seja. - Seu tom gélido fez com que aqueles ali presentes ficassem em estado de choque sem saber o que fazer. Ao começar a se levantar para sair do seu esconderijo, uma garota de cabelos dourados deu um passo à frente e tentou pará-lo mas antes que conseguisse dizer qualquer coisa seu líder a interrompeu: - Você sabe que não vai conseguir me parar então nem tente. -

Ao sair da caverna, a chuva que antes mal era sentida parecia o início de uma forte tempestade, bem a sua frente estava parado um lucario, ele estava vestindo as mesmas roupas que os integrantes do grupo, seus olhos que estava fechados se abriram lentamente e fitaram seu parceiro de longa data, uma luz avermelhada começou a emanar de seu corpo ficando cada vez mais forte. Darak por sua vez soltou um longo suspiro e ao deixar sua aura escapar pelo seu corpo disse: - Acho que não tem outro jeito então-.

~ Tempos Atuais ~


Darak estava deitado embaixo de uma árvore, sua cabeça estava doendo levemente e a sensação de desorientação percorria todo seu corpo, olhou em volta algumas vezes até se lembrar, estava a caminho de Pallet para conseguir seu primeiro pokémon quando decidiu descansar um pouco. As memórias revividas durante seu sono, não passavam de mais uma entre milhares que já havia visto, desde o acidente com uma flor do tempo oito anos atrás reviver essas memórias se tornou tão comum a ponto de não lembrar mais quais são as suas e quais não são. Darak se levantou pegou seu equipamento e voltou a caminhar, faltava pouco para chegar em Pallet e já era possível ver os primeiros telhados ao longe na rota.

Ao chegar na cidade se dirigiu para o laboratório do professor Oak, onde foi recebido por um assistente e ao se identificar como um pesquisador novato que estava atrás de seu primeiro pokémon deixaram ele entrar. Darak foi conduzido até o segundo andar onde vários pesquisadores e o professor Oak estavam trabalhando, ao notar a presença do jovem o professor se aproximou com um sorriso no rosto , o cumprimentou e falou: -Você deve ser um novato atrás do primeiro pokémon certo? Por favor venha até a mesa comigo. - Ao falar isso apontou com a mão o local e ambos foram até lá. Na mesa diversas pokebolas estavam dispostas com placas em suas bases dizendo o nome dos pokemons contidos nelas. Enquanto Darak analisava cuidadosamente as suas opções um barulho de vidro quebrando surgiu do fundo do laboratório.

Professor Oak se virou rapidamente para ver o que estava acontecendo e logo pediu para que alguns assistentes fossem resolver a situação, ao se voltar novamente para Darak falou: - Me desculpe, nós temos um Riolu um pouco agressivo aqui no laboratório e parece que ele está fazendo uma bagunça de novo.- Ao Acabar sua frase o pokémon saiu de uma ante sala e atacou Darak, mas antes que conseguisse chegar no seu alvo foi parado por se chocar em uma parede de aura que se formou na sua frente. Depois de cambalear e recobrar os sentidos o Riolu já se preparava para atacar novamente quando sentiu uma pressão surgindo do seu oponente, uma leve aura escura começou a emanar do corpo de Darak, nada forte o suficiente para pessoas normais sentem, mas para o pequeno pokémon que tem uma disposição para sentir auras era fácil de identificar, seus sentidos estavam em berrando para ele fugir, suas pernas tremeram por um momento, não por medo mas sim por uma vontade quase incontrolável de lutar, aquela pessoa a sua frente não era igual as outras que ele já havia encontrado, ele não só era capaz de utilizar aura mas também emanar suas intenções através dela, o Riolu usou suas forças para se acalmar e então se preparar para um movimento de seu adversário.


Ao ver a força de vontade do pokemon a sua frente Darak imediatamente lembrou do Lucario em suas memórias, o desejo pelo combate e a força de vontade para se opor ao desconhecido emanando do Riolu fizeram Darak soltar uma pequena gargalhada e enquanto abaixava sua aura falou para o professor Oak que estava ao seu lado paralisado sem entender a rápida sequência de acontecimentos: - Gostei desse pequeno posso ficar com ele? - Assim que entendeu as palavras proferidas o professor respondeu um pouco preocupado: - Tem certeza? Esse pokémon é bem difícil de lidar, ele já atacou vários dos meus assistentes. - Se agachando para ficar cara a cara com seu possível novo parceiro, Darak estendeu a mão e por fim falou: Eu sou um guardião da aura, assim que ele entrou pela porta senti que nos daríamos bem, é difícil de explicar. Então Riolu o que me diz, parceiros?-
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Ter Fev 12, 2019 5:17 am

[icon="fa fa-check"][/icon][div]Inicial entregue, @MDarak
Já pode iniciar tua jornada em Pallet ou na primeira rota.
Desejo muita boa sorte e qualquer dúvida só perguntar :D[/div]
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Seg Mar 04, 2019 11:20 pm

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"Está um belo dia lá fora. Pássaros cantando, flores desabrochando... em dias como esse, crianças como eu deveriam iniciar uma jornada Pokémon. Pelo menos papai e mamãe não tiveram uma objeção quanto aos meus planos, sou uma pessoa livre agora."

Sean Renault, um jovem de 16 anos que mora em Pallet Town desde que nasceu, em meio a tantas brigas com seus pais, decidiu sair do conforto de seu lar e iniciar uma aventura por Pokégea. Em passos lentos, o rapaz admirava toda a paisagem que o pequeno vilarejo proporcionava: os vários Pidgeys que voavam livremente, Rattatas que corriam de um lado para o outro, as árvores cujos galhos se balançavam ao ritmo da leve brisa que passava por ali naquela manhã... tudo isso deixava o menino ainda mais determinado a sair dali e conhecer outros lugares existentes no vasto continente — o qual ele pouco conhece. Sua caminhada até o Laboratório do Prof. Oak, onde pegaria seu primeiro Pokémon, parecia estar perto de acabar e, com o entusiasmo de Sean, somado também a seus acelerados passos, o local estava cada instante mais perto. No entanto o rapaz teve uma estranha sensação enquanto caminhava: a de que estava sendo seguido por algo ou alguém. No entanto, ele olhava para todos os lados e nada via, além claro, de sua sombra, resultado da forte luz solar às 9 da manhã.

Não demorou mais que 3 minutos até que ele enfim chegasse ao famigerado laboratório. Lentamente abria as portas, checando uma última vez à sua volta para ver se de fato não havia nada lhe seguindo e, enfim, adentrava-se ao prédio. Ao subir as escadarias que o levaria para onde os Pokémon estariam, Sean ouve um estranho som vindo atrás de você mas, novamente, não conseguia encontrar nada ao seu redor, o que o deixava preocupado: seria ele esquizofrênico e só veio a descobrir tal distúrbio após 16 anos de vida? Seria estranho, mas impossível? Tentava ignorar seus próprios pensamentos sobre aquilo e terminou de subir os degraus, encontrando-se finalmente com Samuel Oak, o famoso professor Pokémon.

— Ora ora se não é o Sean Renault... — Falou o homem, reconhecendo o garoto que estava ali. — Então finalmente resolveu iniciar sua jornada Pokémon... nunca é tarde demais para isso!

— Olá professor! — Respondeu Sean, simpaticamente.

— Pois bem meu jovem, provavelmente já sabe os procedimentos! Tenho comigo 21 Pokémon que podem te ajudar nessa aventura!

Oak então começou a explicar cada um dos Pokémon e suas principais características, enquanto o rapaz o observava atentamente, prestando atenção nos mínimos detalhes, além de olhar as criaturas à sua frente. Assim que o senhor havia terminado de falar, Sean já havia tomado sua decisão. Olhava fixamente para uma coruja que parecia muito estar usando uma gravata borboleta, formada por duas folhas um pouco abaixo de seu bico. A ave, que possuía os tipos voador e grama, era um Rowlet.

— E então, Sean, qual deles vai ser? — Questionou Oak.

— Acho que vou escolher o Row... — Falou Sean, pausando sua fala quando sentira alguma coisa puxando levemente a sua calça.

O menino olhou para trás novamente e nada viu. Porém, dessa vez, por pura intuição, resolveu encarar sua própria sombra, por acreditar que algum pequeno Pokémon possa ter conseguido se camuflar na pequena escuridão causada por ela. Porém ele não esperava que dois olhos laranjas se formariam dali. Sean se assustou por completo, recuando alguns passos para trás e tropeçando em seus próprios pés, caindo no chão. Oak, que não estava entendendo nada, resolveu aproximar-se do menino rapidamente para ver o que estava acontecendo, quando viu que, daquela sombra, formava-se uma criatura de coloração acinzentada e de olhos totalmente alaranjados. O rapaz estava completamente assustado e sem compreender o que era aquilo, enquanto Oak parecia ter um pouco mais de noção, o que não o deixava menos surpreso.

— Isso é... um Marshadow?!

— Mar... shadow? — Indagou Sean, que se levantava após o susto e começava a arrumar a sua roupa que havia ficado levemente amassada.

— Ele é um Pokémon extremamente raro, apenas uma vez eu o vi e, sinceramente, nem me lembro a ocasião... — Comentou Oak. — Por que ele teria te seguido até aqui?

O treinador observava atentamente os olhos do desconhecido Pokémon, que o retornava, até que Marshadow resolve esconder-se na sombra do garoto novamente, enquanto revelava apenas seu pequeno bracinho, puxando novamente a calça do garoto em direção à escadaria, provavelmente indicando-o para sair dali.

— Será que ele... te escolheu?

— Tem essa probabilidade? — Questionou o menino, que olhava para baixo novamente, recebendo de volta o olhar de Marshadow, quando virou-se para Oak novamente. — E se ele não me obedecer?

— Pokémon tão raros como ele não costumam se revelar com facilidade para as pessoas. Algum motivo deve ter. Toma,, pegue esta Pokédex e estas Poké Balls. É melhor que você fique apenas com ele neste momento... — Respondeu o senhor, que entregava a Sean cinco Poké Balls e um aparelho avermelhado.

O garoto agradecia pela atenção, ainda um pouco assustado com todos os eventos, e saía calmamente do laboratório, enquanto sua sombra, que agora, por algum motivo não muito bem entendível, abrigava um estranho e raro Pokémon, seu primeiro.
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Seg Mar 04, 2019 11:43 pm

[icon="fa fa-check"][/icon][div]Pokémon Entregue (com a aprovação da Staff e uso de Método Justo)[/div]

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Mar 10, 2019 3:45 pm

Uma força maior me levantava da cama naquele dia, me obrigando a ir em direção ao laboratório. Aquela cidadezinha monótona no sul da região já não possuía mais nada que pudesse me prender ali, já estava à meses planejando em fugir daquele lugar. Sabia que precisava de auxílio para começar a traçar minha própria jornada; estava totalmente sem quaisquer Pokébola. Adentrei no maior edifício da cidade, não demorando para encontra-lo, afinal já estava familiarizado com o caminho. 

Parecia que naquele dia o laboratório estava bem agitado, visto que todos os ajudantes do professor estavam indo de um lado para o outro, loucos segurando inúmeras papeladas e Pokébolas. Ignorei-os e continuei o caminho até mais fundo na sala, encontrando o velho professor olhando pela janela, enquanto acariciava um Charmander. 

— Então chegou o seu dia. — antes mesmo de Oak virar para mim, parecia que ele já esperava minha presença ali. Talvez tivesse me visto pela janela. — O que desejas? 
— Boa pergunta... eu pensei a noite toda e decidi escolher um Chespin.
Sem muita demora o professor caminhou até um pequeno criado-mudo em sua sala, puxando a única gaveta que ali possuía. Rapidamente tirou cinco Pokébolas que encontravam-se "desativadas", estando assim de um tamanho quase que minúsculo. Entregou-me e ficamos conversando por mais alguns minutos, mas eu já não queria mais enrolar mais em minha jornada. Caminhei em direção à saída, pronto para ir em busca de respostas daquilo que perdi. Estava completo meu Kir para iniciar minha jornada.
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Mar 10, 2019 3:59 pm

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qua Mar 13, 2019 3:20 pm



A brisa matutina tocava meu rosto, e os raios de sol me causavam um sensação prazerosa. Fechei meu olhos, respirei profundamente apreciando aquele clima agradável. E apos alguns segundos, retomei minha caminhada para o laboratório do Prof. Oak.

Diante do laboratório com um sorriso no rosto, mais uma vez respirei profundamente abri os braços e girei em torno de mim mesma. Aquele dia estava perfeito e eu estava me sentido especial. Poderia ser só minha imaginação, mas tudo parecia um sinal de sorte.

Após um largo corredor que dava acesso ao piso superior, eu adentrei a uma sala de estar onde o Prof. Oak estava a conversar com um jovem de olhos pretos e cabelos verdes-escuros.

- Bom dia! - Me dirigi a ambos. - Meu nome é Kathy Le Fay! Estou aqui para receber meu primeiro pokemon. - Conclui esboçando um sorriso simpático.

- Muito prazer, minha jovem! Eu sou o Prof. Samuel Oak e esse ao meu lado é o Tracey. - Assim que foi apresentado, o jovem abriu um sorriso e acenou. - Já tem alguma pokemon em mente? - Com um sinal de mão para segui-lo. o Prof. se dirigiu para outra sala.

Ajeitei o cabelo e o segui, passando pelo jovem gesticulei em despedida. Um pouco mais a frente ao entrar na sala, haviam um grande poster com vários pokémon na parede e próximo a essa mesma parede também havia uma pequena mesa de madeira com inúmeras pokébolas alinhadas.

- Sim, sim! - Respondi ao Prof. Oak. - Apesar de ser uma escolha difícil, eu decidi escolher o Charmander.

- Oh, uma bela escolha! - Disse ele ao pegar uma das pokébolas, mas antes de me entregá-la, ele até a escrivaninha e retornou com uma pokédex e cinco pokébolas. - Aqui esta, minha jovem! Seu inicial e os outros aparato para o inicio da sua jornada.

Após alguns minutos de conversa e explicações, eu finalmente deixei o laboratório com meu novo companheiro. Estava ansiosa para começar logo a minha jornada.

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Mar 17, 2019 4:33 pm

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Seg Mar 18, 2019 3:44 am

Era a manhã de um dia muito esperado, eu acordava animado e com um enorme brilho nos olhos, me levantava da cama e descia correndo para tomar meu café, onde encontrava meus pais, que sorrindo perguntavam:
-Ansioso? -perguntava o pai.
-Você dormiu bem meu filho? -questionou a mãe preocupada.
E antes que acabassem de perguntar, já dizia com grande animação:
-Não tem necessidade de eu ter dormido bem mamãe, o importante é que acordei ótimo! E sim pai, estou bem ansioso, mas estou tentando manter a cabeça no lugar!
A mãe fechava a cara, não tinha gostado da resposta, mas meu pai apenas a abraçava enquanto dava risadas e falava:
-Esse é meu garoto!
Sem querer enrolar, sentava-me à mesa e começava a tomar seu café, mas ainda assim, não comia apressado, pois é claro, sabia a importância de uma refeição. Minutos depois, quando acabei, fui até a porta de casa e olhando em direção a meu destino, dei um sorriso. Felizmente estava muito animado e a distância não seria párea para fazer-me desistir.
Vários dias se passaram, mas continuava firme e sempre sem hesitar, continuava seguindo meu caminho, o tempo passava, mas minha ansiedade continuava ali e cada vez maior, eu não conseguia mais esperar. Minha ansiedade me movia, estava cada vez mais animado e aos poucos ia chegando perto, uma jornada pokémon estava prestes a começar.
Após todos aqueles dias de viagem, começava a enxergar a cidade no horizonte, a cada passo o coração batia mais forte, até o momento em que cheguei de frente ao laboratório do Professor Oak, ali parei, respirei fundo e bati nas portas com um grande sorriso no rosto, depois, cruzava meus braços e começava a esperar.
-Olá, sou o Professor Oak? Tudo bem garoto? O que deseja? -dizia o senhor que abria a porta.
Eu parava por um segundo e olhava admirado, começava a ficar nervoso enquanto tentava sorrir e dizia em seguida:
-O...olá senhor, estou aqui para escolher um pokémon iniciante e em seguida iniciar minha jorna...da.
Oak logo sorria e dizendo para ficar calmo, me convidava pra entrar e com um grande sorriso no rosto, mostrava-me o laboratório até que chegássemos na área onde iria escolher o meu inical. Chegando lá, o Professor pegava três pokébolas, soltava três pokémons, um Pokémon do tipo grama chamado Chespin, um Pokémon do tipo água chamado Froakie e um último Pokémon de fogo chamado Fennekin, olhava pra mim e perguntava:
-Então, qual deles você vai escolher?
Era com certeza uma escolha difícil, mas eu conseguia ver no pokémon aquático algo muito positivo e pensando totalmente em minha intuição, decidia escolhê-lo:
-Professor Oak, eu irei escolher o pokémon de água, o Froakie, gostei muito dele!
Em seguida sorria e agradecia a Oak por ter me recebido bem, cariciava meu novo companheiro e me dirigia pra fora feliz, minha jornada iria começar.


Última edição por BloodHound em Qui Mar 21, 2019 11:34 pm, editado 1 vez(es)
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000 - The choice! — Postado em Seg Mar 18, 2019 3:14 pm

18-03-2019 Pallet Town ás 03 da manhã.


"Era madrugada, havia despertado a pouco. Sem cansaço e sono aparente. Dormi a tarde inteira para que pudesse sair de casa completamente bem. Já tinha me despedido dos meus pais e anunciado minha saída no dia anterior. Também já tinha tomado banho, escovado os dentes, vestido minha blusa branca com uma sainha colegial preta, calçado meus tênis igualmente brancos e preparado a mochila. Estava acabando de pentear meus longos cabelos loiros, assim que acabo coloco a mochila nas costas. Então pego uma capa sobre a cama e a visto. Era uma capa preta de mangas compridas que ia até os sapato e tinha um capuz. Vesti o capuz que ia até um pouco mais da metade da minha testa. Sai de casa e caminhei até o laboratório cabisbaixa. Apesar da hora ninguém iria se atrever e mexer com alguém que vagava de capa preta a essa hora e mais parecia um dementador. Ao me aproximar do laboratório já podia avistar Tracey que estava a minha espera como o combinado. Nos cumprimentamos e entramos seguindo pelo corredor até a biblioteca no piso superior, onde sobre a mesa já estavam vários livros e arquivos."

- Poxa, nem vou saber te agradecer sabia?

- Que nada, na verdade achei a ideia boa e por isso resolvi te ajudar. Vez por outra aparecem alguns treinadores mais discretos ou noturnos chame como preferir a essas horas. Mas nunca vi algum futuro treinador disposto a fazer uma pesquisa sobre as escolhas de outros treinadores e assim basear a sua propia escolha, achei isso incrível!!

"Enquanto ele falava eu já tinha aberto um dos livros e começado a anotar algumas coisas. Ele percebeu minha concentração junto com a falta de atenção que dei pra ele e acabou se juntando a mim na pesquisa. Ficamos fazendo nosso trabalho em silêncio por algumas horas até que...

- Droga! Por pouco o inicial não foi escolhido de forma aleatória. Acho que você pode ver que o tipo menos escolhido por novos treinadores é o tipo grass. Que absurdo cara! Eu amo o grass type, quando eu era menor meu preferido era o water type mas agora acho que tenho dois preferidos e o primeiro lugar agora é grass type.

- Entendo mas como assim quase foi escolhido de forma aleatória?

- Ah, foi apenas um modo de falar. Eu comecei a pesquisa do mais antigo pro mais atual e tinha um pokémon de grama que não tinha sido escolhido até recentemente, não ia deixar o bixinho continuar sem ser escolhido né? Era o chespin, mas agora vi que ele foi escolhido recentemente e isso faz todos os pokémons do tipo grama terem sido escolhidos por novos treinadores pelo menos uma vez! O que descarta uma escolha já pronta sabe?

- Isso é fantástico! Mas e agora? Qual sua escolha?

- Algumas pessoas gostam de coisas mais exclusivas né? Por essa razão a pesquisa. Não queria um inicial que fosse o mais fácil e por isso o mais escolhido por todos. Então os mais escolhidos do tipo grama por aqui são o Turtwig e o Bulbasaur. Eu super não acreditei que a galera escolhe mais o Turtwig que o bulba mas enfim. Aproveitei o tempo pra estudar um pouco sobre esses pokémons restantes e adivinha só?

- Não sei... o que sei é que você certamente já tomou uma decisão!

- Não da pra prever o tipo de habilidade que o inicial vai ter, mas de acordo com minhas pesquisas tem um que vale a pena arriscar! E por isso vou escolher Chikorita! Talvez ele seja o que mais tem a ver comigo!

"Tracey da um sorriso discreto e caminha até a mesa onde as pokébolas estavam enfileiradas de acordo com as antigas regiões e pega a do Shiny, me entrega juntamente com as pokébolas vazias e uma pokédex. Recebo tudo e guardo quase tudo menos a pokébola da Chikorita. O libero para que a gente possa se conhecer. Ao me ver logo entende o que aconteceu, então logo abre um sorriso e acaricia minha perna com sua cabeça. Eu me abaixo e faço carinho na sua cabeça antes de pega-la no colo.

- Já amei ele Tracey, super amigável. Mas tadinha tava esperando fazia bastanteeeee tempo! Mas acredito que vamos nos dar muito bem. Obrigada por tudo viu Tracey? Já é praticamente dia então eu vou andando. Novamente obrigada!

- Por nada Mari, foi um prazer te ajudar. Foi muito interessante pra mim saber que o iniciais mais escolhidos são o chimchar e o turtwig. Jurava que os iniciais da antiga kanto eram mais populares mas enfim. Boa sorte! Espero te ver em breve.

"Digo pra ele que também espero e saiu do laboratório com Chikorita no braço. Enquanto caminhamos e eu decido pra onde a gente vai vou contando um pouco da minha história de vida e meus planos como treinadora pra ele. Assim é uma boa forma de passar confiança pra ele e ele não precisa ficar constrangido de olhar pra mim já que está em meus braços pode me ouvir e olhar pra frente. A primeira escolha foi feita, agora vamos para as próximas!
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Prólogo de uma Treinadora Aqua! — Postado em Ter Mar 19, 2019 4:44 pm

Prólogo - Veneno



Finalmente chegou o dia de iniciar sua jornada, a jovem Treinadora assim como todos os outros, estava cheia de sonhos e ambições, e a essa altura nada poderia desanima-la, seu sonhos e sua convicção de que iria viver grandes aventuras ao lado de seu Pokémon. A jovem conseguiu se planejar conforme se preparava para todas as viagens que já havia feito com sua família porem agora sem data de retorno e só com itens essenciais, então todos os detalhes de sua jornada já estavam planejados.

Logo cedo a jovem despertou ansiosa e ao mesmo tempo assustada, havia chegado uma mensagem no centro Pokémon dizendo que o assistente do professor da região estaria entregando os itens essenciais para jornada Pokémon a novos treinadores e logo a mesma saiu de casa ansiosa para finalmente conhecer seu companheiro de jornada.

O dia estava ensolarado como de costume, o que não era favorável a Hiinamory e seu estilo exótico de se vestir. O caminho até o laboratório passava por uma estrada em meio a floresta, a treinadora de longos cabelos pretos apesar da aparência morava em um lugar recluso com sua família em meio a floresta, a passos rápidos a mesma disparou-se em direção a seu destino.

Algum tempo depois, a mesma que tinha uma sensibilidade grande para situações anormais e mudanças climáticas, sentiu a brisa fria minha do leste que ao tocar sua pele previu que era sinal de chuva, depois de morar tanto tempo em meio a mata, ela acabou aprendendo meio que inconscientemente a ler a natureza, sua afeição por Pokémon relacionados a esses tipos também ajudava. Então a  mesma encontrou um lugar para se abrigar. Logo encontrou uma caverna escura, com poucos feixes de luz , de lá ela podia ver vários treinadores, que mal percebiam a tempestade que ia cair, logo o céu escureceu e a brisa anterior já havia se transformado em lufadas de vento tão fortes que os pokemons voadores pousaram e se abrigara como podiam, Outros pokemons menores abrigaram-se na caverna, e logo a chuva caiu tão forte que se barulho estrondava caverna a dentro.

No decorrer a tarde já caia, porem paciente e sem perder seu foco a mesma se manteve, fez uma fogueira para aquecer-se e os pokemons poderem se secar , até que coisas estranhas começaram a acontecer, frutinhos sumiram onde os Pokémon estavam se alimentando, alguns cartepi que dormiam acordavam assustados, barulhos fantasmagóricos soavam de dentro da caverna e assustavam os demais pokemons.

A treinadora então querendo descobrir do que se tratava pegou uma tocha e arremessou caverna a dentro em um instante tudo se iluminou e logo a silhueta de um pokemon surgiu, era um frillish, que estava pregando peças para se divertir.

-frillish venha se juntar a nós e ficar quentinho, suas brincadeiras me deixaram assustada mais no final até que foi engraçado. –Bradou a jovem esboçando um sorriso no final que encantou o Pokémon travessuras e depois ficou rondando a jovem a observando, até que o som da chuva sessou e a mesma começou a se arrumar para voltar a seu percurso.

Em seguida após das batidas suaves em seu vestido para tirar o resto de pó, Hiinamory despediu-se dos amigos que fez na caverna e saiu em passou leves pela estrada que já estava colorida pela lilás do céu noturno que que passava o fim da tarde para a noite.

Quando chegou ao fim da estrada pode avistar a cidade e também o laboratório, porem antes de pisar em concreto ela sentiu um calafrio e olhou para traz    e percebeu que frillish estava a seguindo, ela achou estranho mas mesmo assim perguntou.

-Ei frillish tudo bem?. O Pokémon com seu sorriso macabro começou a  flutuar em volta da treinadora que logo sacou o que estava acontecendo. – Você quer vir comigo é isso?! . frillish então confirmou com os olhos e com seu grunhido fantasmagórico .

-Nossa que legal é você também e tipo veneno um dos meus preferidos, vamos ser uma ótima dupla, vamos juntos até o laboratório para o professor nos dar as pokeballs.

Alguns minutos depois chegaram ao local e encontraram o professor.

-Olá meu nome é Hiinamory , sou de Fuchia, vim até aqui pois soube que você estava atendendo novos treinadores por aqui. – falou a garota em um tom acelerado expressando ansiosidade.

-Ohh seja bem vida, é um prazer recebe ruma Treinadora que veio de tão longe, você já tem um Pokémon inicial?- Perguntou o professor.

-Sim antes de vir , passei por apuros na floresta devido a tempestade e conheci o frillish foi amizade instantânea se possível queria tê-lo como meu primeiro companheiro.

-Entendo então tome você só precisa disso, sua Pokedéx e cinco Pokéballs, são os itens essenciais para todo treinador poder se aventurar pelo mundo a fora, espero que você e seu frillish se tornem grandes parceiros! –Respondeu o professor cheio de entusiasmo.

Agora completamente equipada, a jovem saia do laboratório Pokémon e imaginava que aventuras a aguardavam.


Última edição por Hiinamory em Qui Mar 21, 2019 5:18 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Mar 21, 2019 1:26 am

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Inicial da Melissa entregue! Hinamory, seu inicial foi recusado parcialmente, Gastly é um pokémon dos elementalistas Aero, você só poderia controla-lo sem sofrer as imposições caso ele tivesse Poison como tipo primário, está livre para escolher outro que faça jus à sua facção.[/div]


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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Mar 21, 2019 5:18 pm

atualizado
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Mar 21, 2019 11:35 pm

Atualizei também o meu post, ele não estava muito bom. Creio que não o tenha visto.


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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Sex Mar 22, 2019 4:03 pm

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Iniciais entregues! Tenham uma boa jornada ^^[/div]



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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Sex Mar 22, 2019 5:12 pm

Vim apenas buscar meu novo companheiro!" Disse Mel, apressadamente antes de apanhar a pokeball de Gligar. "Espero que sejamos bons amigos durante essa aventura!"

Ansiosa demais para esperar, Mel correu para fora do grande laboratório para mostrar seu novo pokemon á sua família.


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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Sex Mar 22, 2019 5:49 pm

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Inicial entregue! Pode iniciar sua jornada.[/div]



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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Sex Mar 22, 2019 6:51 pm

- Será que o Professor dará um Pokémon pra uma menina velha como eu? - Matutava enquanto via a maioria das crianças e pré-adolescentes saindo com seus monstros nos braços. - Não custa tentar...

Dirigi-me até a porta de vidro, que abria sem nem mesmo eu colocar a mão. Apenas depois notei que não haviam sequer maçanetas na porta. Suspirei e entrei no laboratório gelado, onde algumas pessoas espalhadas por um grande pátio elaboravam as mais variadas pesquisas. - Oi? - Proferi num tom mais alto, buscando ser notada. Dos fundos, o conhecido professor vinha ao meu encontro.

- Ora, Mason?! O que faz aqui? - Indagou-me, surpreso. - Sempre vejo você a desenhar seus croquis pela cidade, mas jamais imaginei que você viria no laboratório.

- É, realmente. Eu também não tô acreditando muito que eu irei lhe pedir isso, mas acredito que seja a hora certa. Poderia me ceder um Pokémon? Decidi que essa cidade é um pouco pequena para mim e eu gostaria de um companheiro para andar por aí, descobrir novas tendências. Estou realmente animada!

- Porquê não me disse antes? Na verdade, estava esperando o momento que você me perguntaria isso. Dá pra ver que não é do tipo de pessoa que se prende aos lugares, mas ainda cismava em ficar por aqui. Pode escolher... - Respondeu, mostrando-me o cercado do qual tirava inspiração quase sempre. A estufa fechada, que impedia os voadores de saírem, possuía uma grande variedade. O que sempre me chamou atenção era um pequeno rato esverdeado, mas não sabia o nome dele ainda.

- Aquele ali, aquele... Não sei o nome dele, perdão. - Apontava, com o dado, para o equidna do tipo fogo que olhava para mim animado.

- Ah, o Cyndaquil! Ele é bem tranquilo, não possui muitos problemas para o tratamento. - Respondia, prontamente, entregando-me ele e os outros itens essenciais. Peguei sua Poké Ball meio incrédula e logo segui em frente, na direção de algum... lugar...
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Sex Mar 22, 2019 6:55 pm

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Inicial Entregue, boa sorte.[/div]



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