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Passaram-se apenas dois meses desde a neutralização das maiores empresas criminosas. O mundo respirava de alívio novamente desde o Grande Cataclisma mas muitos começavam já a procurar pelo pior.O universo trabalha em padrões e nunca estes pardos foram tão nítidos como desde o Grande Cataclisma. Para cada momento de paz surge sempre um momento de caos.
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Laboratório do Prof. Oak

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Jul 15, 2018 7:44 pm

Acordei do meu sono, ainda deitado olhei para a janela da minha casa e nela eu conseguia ver o sol, sim, O Sol. E o que isso significa? Que finalmente o dia havia chegado, o dia em que eu partiria em uma jornada pelo mundo Pokemon. Incrível, não?  



Provavelmente foi o único dia da minha vida que acordei sem preguiça. Sem demoras logo vesti minha camisa amarela, cor da alegria. Como minha casa tinha 2 andares, e meu quarto é no andar de cima, desci igual um Taurus enfurecido atropelando tudo na minha frente, sem contar que também acabei ganhando um tombo quando torci meu pé na metade da escada, rolando lá pra baixo.



Quando estava no chão minha mãe assustada perguntou: - Está tudo bem filho? - Eu, nem um pouco preocupado com meu tombo, sorri para ela, dando uma clara resposta.  



De tão agitado que eu estava que nem comer eu queria, mas para não chatear minha mãe tive que me aguentar de tanta ansiedade e sentar a mesa, comi o lanche que ela preparou para mim, uma delicia de pão com ovos fritos.  



E depois que terminei minha refeição, chegava a tal hora, a hora em que eu saia de casa e viveria dali em diante a minha vida, eu e meu futuro pokemon. Me despedi do meu avô e da minha mãe com lágrimas nos olhos, peguei minha mochila e fui em direção ao laboratório do Prof. Oak.  



Quando cheguei no laboratório enxuguei as poucas gotas do choro que ainda carregava  e fui conversar com o Professor Oak para pedir meu inicial. Era tantas escolhas, e eu não tinha preferência de gosto ou de elemento para pegar um pokemon. Por isso fiz uma coisa bem simples. - Professor escolha um número de 1 a 21. - disse para o professor.  



Hm...10 pode ser? - respondeu-me, então olhei para o décimo pokemon que estava no poster, e naquele mesmo momento que olhei tive a certeza que aquele baixinho seria meu parceiro, aquela pequena tartaruga. - Eu escolho você, Turtwig! Cujo nome será Cascudo!- gritei sem ao menos dar bola para quem estava ao meu redor, minha felicidade falava mais alto do que qualquer outra coisa, passar vergonha naquele momento era o de menos. Assim peguei a pokebola do meu Cascudinho e vazei.
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Dom Jul 15, 2018 8:13 pm

[icon="fa fa-check"][/icon][div]Success
Ambos iniciais entregues, cuidem bem neles e estão liberados para iniciar sua jornada![/div]



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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Ter Jul 17, 2018 12:44 am

[dohtml]











Não aguentava mais! Dia após dia, semana após semana, ano após ano a mesma coisa: Seus pais sempre negavam a chance de começar sua jornada pokémon usando o pretexto de que ele era jovem e inexperiente demais para viajar sozinho. No entanto, eles mesmos não o levavam mais a novas expedições ou permitiam que viajasse em grupo com outros amigos. Ou seja, impediam-no de conseguir novas experiências. E sem novas experiências, não podia viajar. Era um círculo vicioso maldito que se não quebrasse logo, lhe prenderia a vida inteira ali.



Foi quando descobriu que os últimos amigos que tinha na cidade iriam começar sua própria viagem. Em outras palavras, Yuusuke ficaria totalmente sozinho naquela pacata e tediosa cidade. Isso é, ficaria se não fizesse alguma coisa. E obviamente que faria! Esperou seus pais saírem a trabalho, pegou suas coisas e correu até o laboratório do professor Oak. Lá esbarrou com diversos cientistas, inclusive com o próprio Oak. E foi necessária a maior das mentiras combinada com a melhor das atuações para convencer o grande cientista que seus pais tinham finalmente lhe dado permissão para começar sua jornada. E como Oak sempre soube das aspirações a Tamer do jovem Yuusuke, ele ofereceu ao três pokémons alternativos aos que normalmente oferecia aos treinadores normais: Um Ralts, um Gothitha e um Solosis.


Não levou um único segundo para fazer sua decisão: Escolheu prontamente o Ralts! Lembrava-se da vez em que sua vida foi salva por um Gallade anos atrás, quando era muito jovem. Aquele era um pokémon brigão e forte, perfeito para acompanhar Yuusuke em sua jornada. O garoto acertou tudo que precisava e correu dali o mais rápido que podia. Mal podia esperar para provar o gosto da liberdade!










[/dohtml]
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qua Jul 18, 2018 2:34 pm

[icon="fa fa-check"][/icon][div] Pokémon inicial entregue!
Cuidem bem dele @Sorata! Paladino![/div]


The Black Witch you couldn't burn...

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Jul 19, 2018 5:54 am

Um calor carinhoso em sua cabeça, tão incomum quanto era querido, o despertou aos poucos da noite anterior. Os raios fugindo por entre as cortinas grossas da janela sobre sua cama anunciavam um novo dia, mais acalorado que os anteriores; porém, dessa vez, não era pela presença do Sol. Sua mãe encarava-o com os olhos azuis duros, banhados de saudade. Estava sentada há poucos centímetros de si, e o peso de seu corpo forçava uma pequena inclinação no colchão fofo.

“Mãe?...”, perguntou, ainda grogue de sono. Era difícil dizer se o momento não era um mero sonho rotineiro, pela falta que sentia dos pais. A resposta da mulher, em contrapartida, foi uma nova leva de afagos em seus cabelos, bagunçando-os mais do que a cama já havia lhe feito.

“Estamos em casa.”, sorriu. “Seu pai trouxe o café hoje, então não demore para descer, ou irá esfriar. Também queremos ter uma conversa com você.”

Ele esfregou a mão no rosto, fazendo dele um amontoado de pele desleixado, assim como as madeixas pela mãe, segundos antes. “Conversa…”, sussurrou. “Por quanto tempo vão ficar, dessa vez?”

“Uma semana. Pediram a presença do meu esquadrão em outra região, estarei levando seu pai junto.”

Ele suspirou com os lábios retraídos em uma única linha - e ela podia ver o descontentamento em sua expressão.

“São só mais duas temporadas, Augustine. Um ano, no máximo.” O típico sorriso pesado surgiu em seu rosto.  Estava cansada de tirar os dias de vida do filho com um amontoado de responsabilidades além de sua idade. Mas não havia escolha. “Vamos, o leite e o pão estão frescos.” Ela pôs-se de pé e saiu pela porta, sem fechá-la. Não conseguia enchê-lo de falsas-esperanças além de seu conhecimento, então resolveu encerrar o assunto ali antes que evoluísse para a mesma discussão que sempre tinha, porém com o marido. “Não demore.”

Escutou a mãe afastar-se num ritmo tranquilo, sem pressa alguma.Contou alguns minutos, antes de finalmente seguir o que lhe fora pedido: trocou o pijama por uma blusa qualquer e uma bermuda que vestia normalmente quando ficava em casa, isenta de bolsos; penteou os cabelos sem muito esforço, amarrando-os habilmente num rabo de cavalo alto; abriu as cortinas e a janela, para o ar circular; e, por fim, arrumou a cama, como fazia todos os dias. Quando passou pela porta, fechou-a com delicadeza, e deixou o cheiro do pão fresco preencher suas narinas já no corredor.


.


[Meses depois]

Quebrou os ovos sem sequer olhar para o movimento de suas mãos. Estava tão habituado a fazê-los mexidos que adquirira a habilidade e competência de abrí-los com só um dos membros, e não deixar cair pedaço algum da casca para dentro da panela. Adicionou uma pitada de sal, meio copo de leite e uma colher generosa de manteiga fresca, fornecida pelos vizinhos que conhecia desde pequeno. Esperou até a manteiga derreter e dispersar sua cremosidade por todo recipiente/ e o leite evaporar, deixando somente seu sabor e essência, antes de tirá-los do fogo. Serviu tudo em um único pote, para que cada um pegasse a quantidade que quisesse.

"Deve estar animado para o dia.”, seu pai falou, faceiro, pelo pequeno espaço entre os dentes do sorriso afiado, mas feliz. Por enquanto, era o único à mesa. Sua mãe ainda estava em seu quarto, resolvendo problemas do exército em plena manhã de Domingo. Aparentemente, alguns problemas oficiais surgiram acerca de sua última missão, porém, segundo ela, nada de muita preocupação. Bebericou a xícara de café em suas mãos para retomar o assunto. "Sua mãe avisou que Florent está com o professor, hm?”

“Sim, falou.”, acenou com a cabeça, enquanto abria um sorriso com os lábios. Sua expressão era calma, mas astuta.

“Ele deve estar feliz, também. Para um pokémon de apenas algumas semanas... o mundo é algo maravilhoso… mesmo que seja só uma casa, por enquanto.”

“É bom que seja, ele é um recém-nascido.”

O pai concordou, em um aceno.

"Ensine ele bem, sua mudança é daqui a um ano, Doely.”, descruzou as pernas e bebericou do café novamente. Dessa vez, encarava o filho nos olhos. “Estou orgulhoso de você.”

Ele esfregou a mão e os dedos largos no pescoço. Não disse palavra alguma.

.


Pôs-se de pé para recolher os pratos e lavá-los na pia, mas sua mãe cortou-o antes que chegasse a encostar no primeiro prato. Seu olhar e expressão sérios não precisavam de nada mais para passar a mensagem de que o filho estava proibido de qualquer outro trabalho, senão seguir caminho para o laboratório. Ele sorriu, de sobrancelhas franzidas para cima, em contentação; e, com os olhos, agradeceu à mãe, que bateu uma continência discreta para o filho numa resposta brincalhona. Augustine passou, então, pela porta, desaparecendo por entre os raios de Sol de uma acalorada manhã de primavera.

Não levou muito tempo de caminhada para chegar no laboratório. Estava vazio, por ser fim de semana, e quase inteiramente fechado - mas um aviso preso ao lado da porta de entrada, que anunciava seus horários e dias de funcionamento, apontava que, aos Domingos,  a Ala Médica permanecia aberta até às quatro da tarde, como o Professor havia lhe notificado semanas antes, quando deixou Florent consigo. Ao entrar no prédio, foi recebido por um bafo friorento do ar condicionado; e pelo dito Professor. Parecia estar esperando por Augustine, sentado em um dos sofás e brincando com seu querido companheiro. Não notou a chegada do jovem até já ter quase alcançado o móvel no fim da recepção do laboratório.

“O-oh? Augustine! Estávamos te esperando.” Ele sorriu gentilmente.

“Professor.” Acenou com a cabeça, devolvendo o sorriso. “Desculpe a demora.”

“Que demora, que demora-” Franziu o rosto e os lábios num biquinho.“Não teve demora alguma.”, parou por alguns segundos. “Bem, talvez para Florent, mas não para mim.”

Florent miou ao ouvir seu nome, causando um riso baixinho do Professor.

“De todo modo, vamos ao que interessa. Florent é um Meowth macho saudável, de uma semana de vida. Sua mãe já havia dado os cuidados básicos antes de trazer ele para mim, então não houve nenhuma eventualidade. Saúde boa, reflexos bons, se acostumou facilmente com a Pokébola, embora não goste muito. Ele parece preferir ficar do lado de fora.”, sorriu outra vez. “Mas isso não é problema algum."

"Ele já pode ir para casa, Augustine.”




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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Qui Jul 19, 2018 6:07 pm

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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Seg Fev 11, 2019 5:38 pm

~ Memórias da Vida Anterior ~


O sol estava sumindo no horizonte, o céu estava avermelhado e uma fina chuva que caía mal servia para molhar as copas das árvores, em meio a uma floresta densa, em uma gruta um grupo de cinco guardiões da aura junto com seus pokémons, o líder deles um jovem que aparentava ter algo próximo dos 20 anos discutia com os outros membros.

- Darak isso é loucura! Atacar o acampamento deles diretamente é suicídio. Gritava um dos membros, suas expressões mostravam uma mistura de raiva pelo plano idiota que acabará de ouvir, como também medo, pois sabia que nada iria parar o homem sentado na sua frente.  

Darak olhava para fora da gruta, analisando o tempo que a cada momento parecia piorar e pensando sobre suas próprias ações, depois de alguns instantes olhou para seu companheiro e disse: - Se for para eu morrer lá que assim seja. - Seu tom gélido fez com que aqueles ali presentes ficassem em estado de choque sem saber o que fazer. Ao começar a se levantar para sair do seu esconderijo, uma garota de cabelos dourados deu um passo à frente e tentou pará-lo mas antes que conseguisse dizer qualquer coisa seu líder a interrompeu: - Você sabe que não vai conseguir me parar então nem tente. -

Ao sair da caverna, a chuva que antes mal era sentida parecia o início de uma forte tempestade, bem a sua frente estava parado um lucario, ele estava vestindo as mesmas roupas que os integrantes do grupo, seus olhos que estava fechados se abriram lentamente e fitaram seu parceiro de longa data, uma luz avermelhada começou a emanar de seu corpo ficando cada vez mais forte. Darak por sua vez soltou um longo suspiro e ao deixar sua aura escapar pelo seu corpo disse: - Acho que não tem outro jeito então-.

~ Tempos Atuais ~


Darak estava deitado embaixo de uma árvore, sua cabeça estava doendo levemente e a sensação de desorientação percorria todo seu corpo, olhou em volta algumas vezes até se lembrar, estava a caminho de Pallet para conseguir seu primeiro pokémon quando decidiu descansar um pouco. As memórias revividas durante seu sono, não passavam de mais uma entre milhares que já havia visto, desde o acidente com uma flor do tempo oito anos atrás reviver essas memórias se tornou tão comum a ponto de não lembrar mais quais são as suas e quais não são. Darak se levantou pegou seu equipamento e voltou a caminhar, faltava pouco para chegar em Pallet e já era possível ver os primeiros telhados ao longe na rota.

Ao chegar na cidade se dirigiu para o laboratório do professor Oak, onde foi recebido por um assistente e ao se identificar como um pesquisador novato que estava atrás de seu primeiro pokémon deixaram ele entrar. Darak foi conduzido até o segundo andar onde vários pesquisadores e o professor Oak estavam trabalhando, ao notar a presença do jovem o professor se aproximou com um sorriso no rosto , o cumprimentou e falou: -Você deve ser um novato atrás do primeiro pokémon certo? Por favor venha até a mesa comigo. - Ao falar isso apontou com a mão o local e ambos foram até lá. Na mesa diversas pokebolas estavam dispostas com placas em suas bases dizendo o nome dos pokemons contidos nelas. Enquanto Darak analisava cuidadosamente as suas opções um barulho de vidro quebrando surgiu do fundo do laboratório.

Professor Oak se virou rapidamente para ver o que estava acontecendo e logo pediu para que alguns assistentes fossem resolver a situação, ao se voltar novamente para Darak falou: - Me desculpe, nós temos um Riolu um pouco agressivo aqui no laboratório e parece que ele está fazendo uma bagunça de novo.- Ao Acabar sua frase o pokémon saiu de uma ante sala e atacou Darak, mas antes que conseguisse chegar no seu alvo foi parado por se chocar em uma parede de aura que se formou na sua frente. Depois de cambalear e recobrar os sentidos o Riolu já se preparava para atacar novamente quando sentiu uma pressão surgindo do seu oponente, uma leve aura escura começou a emanar do corpo de Darak, nada forte o suficiente para pessoas normais sentem, mas para o pequeno pokémon que tem uma disposição para sentir auras era fácil de identificar, seus sentidos estavam em berrando para ele fugir, suas pernas tremeram por um momento, não por medo mas sim por uma vontade quase incontrolável de lutar, aquela pessoa a sua frente não era igual as outras que ele já havia encontrado, ele não só era capaz de utilizar aura mas também emanar suas intenções através dela, o Riolu usou suas forças para se acalmar e então se preparar para um movimento de seu adversário.


Ao ver a força de vontade do pokemon a sua frente Darak imediatamente lembrou do Lucario em suas memórias, o desejo pelo combate e a força de vontade para se opor ao desconhecido emanando do Riolu fizeram Darak soltar uma pequena gargalhada e enquanto abaixava sua aura falou para o professor Oak que estava ao seu lado paralisado sem entender a rápida sequência de acontecimentos: - Gostei desse pequeno posso ficar com ele? - Assim que entendeu as palavras proferidas o professor respondeu um pouco preocupado: - Tem certeza? Esse pokémon é bem difícil de lidar, ele já atacou vários dos meus assistentes. - Se agachando para ficar cara a cara com seu possível novo parceiro, Darak estendeu a mão e por fim falou: Eu sou um guardião da aura, assim que ele entrou pela porta senti que nos daríamos bem, é difícil de explicar. Então Riolu o que me diz, parceiros?-
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Re: Laboratório do Prof. Oak — Postado em Ter Fev 12, 2019 5:17 am

[icon="fa fa-check"][/icon][div]Inicial entregue, @MDarak
Já pode iniciar tua jornada em Pallet ou na primeira rota.
Desejo muita boa sorte e qualquer dúvida só perguntar :D[/div]
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